22/03/2014: Marcha da Família, com Deus e pela Liberdade

Marcha da Família, com Deus e pela Liberdade é uma iniciativa de cidadãos comuns, trabalhadores, que decidiram não se calar diante da práxis predadora de uma quadrilha que se instalou no Poder deste país para “matá-lo, roubá-lo e destruí-lo”. É contra esses “gafanhotos” humanos da Esquerda organizada (PT, PSOL, PC do B, PSTU, PCO, CDD, ABGLT, etc.) e de seus financiadores internacionais que esses bravos patriotas se erguem.

Temos bem claro, diante de nós, os objetivos deste avanço da impiedade e da sordidez em forma de doutrina socialista:

  • Fazer desaparecer, o mais que puderem, a influência da Moral Cristã na sociedade (instrumentalização da CNBB, cerceamento da liberdade de Consciência religiosa dos cristãos, campanhas difamatórias contra a Igreja Católica, proibição do ensino religioso em todas as escolas, imposição do aborto sob encomenda a hospitais católicos, ridicularização do Cristianismo na mídia e nos eventos públicos, etc.);
  • Imposição de padrões culturais, de saúde e “educação” importados dos QGs da ONU (propaganda gayzista, exaltação da prostituição, estímulo à eutanásia, hipersexualização das crianças nas escolas e na mídia, ensino das formas de aborto às crianças, legalização irrestrita do uso de drogas) sem passar pelo crivo do Congresso ou, quando muito, comprando, chantageando, ameaçando ou eliminando seus congressistas;
  • Estímulo à destruição da Família natural, combatendo-a via leis de chantagem institucional e propagando formas de associação de pessoas (“modelos de família”) como alternativas à Família mononuclear, tais como “casamentos” gays e adoção de crianças por pares de homossexuais;
  • Espalhar o caos nas cidades e no meio rural, através de sistemáticas campanhas de desmilitarização das Polícias e aparelhamento/treinamento de unidades de guerrilha rural (MST, Via Campesina, etc.), aliados, como sempre, a facções criminosas como as FARCs e o PCC (esta tática visa a criar um caos jurídico, visando relativizar o direito à propriedade privada e descredenciar as Polícias como forças de segurança oficiais);
  • Controlar TODOS os meios de comunicação de massa – não somente a TV, jornais, revistas e rádios, mas também impor censura à internet através de leis (pesquise Marco Civil das Telecomunicações), sempre em nome de uma segurança que jamais será realmente necessária, posto que não há maior insegurança para um povo se ele é governado por um Estado cujos Poderes são corruptores ou corruptos desde a base;
  • Acabar com a democracia – e como se dá isso? Primeiramente, ao patrocinar o assalto ao Estado, ganham duplamente: enchem os bolsos de “money, money” e passam a ideia de que os mesmos Poderes, instituições e partidos políticos são descartáveis. Em seguida, surgem, reluzentes, como salvadores da Pátria, insinuando que bastam apenas eles, que os conflitos cessariam após a eliminação dos “inimigos do Povo”. Com aval popular, perseguiriam os opositores, calariam de vez a imprensa, massacrariam todo e qualquer grupo de pessoas que se opusesse aos seus desmandos. Aí, oficialmente, começaria a Ditadura socialista.
  • Desmoralizar as Forças Armadas de tal forma que não sobre a mínima dúvida sobre a quem deverão servir. Isso é um passo fundamental para o Golpe Socialista, pois as Forças Armadas são as únicas forças que podem tirar do Poder os socialistas, financiados por Fundações internacionais, sem passar pelas eleições que os legitimam através de urnas eletrônicas provavelmente “viciadas”.
Banner oficial da Marcha para a cidade de São Paulo

Banner oficial da Marcha para a cidade de São Paulo

Marcha é a reedição da célebre Marcha da Família, com Deus e pela Liberdade que ocorreu nas ruas de São Paulo e outras cidades em 19 de março de 1964, organizada pela Igreja Católica e outras entidades da sociedade civil, para convocar as Forças Armadas a cumprirem seu Dever Cívico de defender o Brasil de ameaças externas à sua soberania.

Que ameaças eram essas?  Continuar lendo

Freud e a castidade

Freud achava (sim, achava) que, no fundo, todos somos animais com necessidades materiais (fome, sede, sexo, sobrevivência, abrigo, etc.). A castidade, assim como todas as atitudes de continência e santidade, nada mais seria que um forma artificial de convivermos em sociedade sem grandes distúrbios coletivos.

Estaria Freud certo? Bem, tenho certeza que não! Assim como eu, pensam (e pensaram) o Padre Paulo Ricardo, a Igreja e tantos santos homens e mulheres nestes dois mil anos. Freud pensava que essa pulsação, que emanaria de dentro de nossa alma, que nos leva à saciedade em nossas necessidades é o que nos configura a vitalidade de nosso Ser e que, apesar dos pesares e sofrimentos, a castidade e as virtudes tipicamente cristãs não eram senão freios impostos às pessoas pelas religiões “castradoras”.

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A Igreja e a histeria coletiva

Todas as grandes instituições do Ocidente foram criadas pela Igreja: hospitais, universidades, asilos, orfanatos, incluindo as fundações modernas da Justiça baseada no Direito Romano e os contemporâneos institutos de pesquisa científica, etc. A sociedade que hoje pisoteia e cospe na Igreja esconde-se, covardemente, de suas memórias. Uma sociedade que renega suas origens como um filho rebelde que se envergonha e rejeita sua mãe, se a pensarmos como um indivíduo coletivo, é uma sociedade histérica que se encaminha, a passos trôpegos, para a degradação e a demência.

Toda a civilização Ocidental se rebela hoje contra a Moral Cristã, da qual recebeu seu espírito, não por achá-la meramente hipócrita, mas porque, erroneamente, pauta sua liberdade num delírio caótico por mais e mais fruição, uma atração por bacanais  à moda neopagã, como se a Natureza e o ser humano se resolvessem em si mesmos e desses emanassem toda a harmonia e Leis possíveis. Todo o sentido de Caridade não é mais atado à necessidade de evolução moral, mas a conceitos vagos de felicidade e satisfação que passa, unicamente, pela realização temporal imediata ou, na melhor das hipóteses, no espaço dessa existência limitada.

Está cada vez mais patente que não importa mais a essa civilização o que seus olhos mostrem como real, mas o que suas mentes, de forma irrestrita, elejam como idílico. Como crianças eternamente imaturas, as pessoas relutam em refrear ou, ao menos,  moderar seus desejos, e acham que a sociedade deve fechar os olhos aos desvairios de suas loucas fantasias para que não se sintam rejeitadas. Mas, em que resulta a negligência diante do que é real, senão em histeria coletiva e posterior demência?

Poderia a civilização subsistir ao império do subjetivismo irresponsável, em que a realidade deve se conformar, forçosamente, ao que suas mentes imaturas decretam como real? Está a Igreja, ainda hoje, preparada para anunciar a Verdade diante de seus filhos enlouquecidos desde o útero (hysteros)?