O Marxismo anti-Família do PT

Para quem já se habituou a escavar os subterrâneos das doutrinas satânicas marxistas, já não é chocante saber que homens como Karl Marx, George Bernard Shaw e Che Guevara, sempre procuraram aplicar seu tempo em planejar a submissão dos seres humanos e a destruição das famílias. Essas mentes possessas já foram muito respaldadas no meio pseudointelectual no mundo contemporâneo, dos quais muito admiraram, seguiram e ainda seguem, ideologicamente, milhões de pessoas.

No entanto, para a maioria das pessoas, imersas seja em seus afazeres sempre mais urgentes seja em sua letargia de fuga da realidade, é quase surreal que pessoas se ocupem em montar estratégias de destruição humana em massa. Não apenas o extermínio simples de corpos humanos, mas a submissão mental da maioria dos que sobreviverem às inúmeras guerras, hecatombes, doenças e tragédias possíveis.

Tais monstrengos ideológicos, arautos de ideias diabólicas, são apenas empregadinhos intelectualóides a serviço dos Senhores da Morte, das elites que, visando perpetuar em segurança seu poderio sobre mundo, pretendem reduzir toda a humanidade à categoria de gado servil, pronto a satisfazer todos os fetiches e desejos de poder de alguns poucos carniceiros.

Os argumentos de pessoas – por exemplo – que advogam o aborto não só beiram ao cinismo mais crasso, como também fazem deste estilo um anestésico mental. Afinal, como desconfiar que pessoas que dizem ser o aborto parte dos “direitos reprodutivos da mulher” estão a ser tão mal intencionadas? Como ser conivente com o infanticídio de recém-nascidos indígenas sob o pretexto do respeito à cultura de um povo que fora tão oprimido?

Qual o único “direito reprodutivo” da mulher, senão o de reproduzir, ao invés de impugnar a reprodução? Cinicamente, pintam o “jus nasciturum abortandi” (direito de matar um feto) com a tinta mal misturada do “jus ponderandi parturiendum” (direito de decidir quando dar à luz). Os vídeos que mostram claramente as faces agonizantes, boquiabertos, dos agora ex-nascituros assassinados, na iminência de seu martírio em nome do bem-estar da mulher (comodidade, irresponsabilidade, imaturidade e horror à verdade), provam o quão indefensáveis e cínicas são as desculpas dadas por aqueles que procuram instituir o extermínio da Família.

Tem gente que ainda acha que o Nazismo foi o mais horroroso dos fenômenos políticos do século XX, tão virulento e contagioso como injustificável. Mas, poucos se atentam para o fato que o Nazismo (doutrina do Partido Nacional-Socialista Alemão) nasceu de uma interpretação nacionalista do projeto Comunista, enquanto a União Soviética, de Stálin, adotava uma visão internacionalista (que visava a abrangência supranacional do Comunismo). O que o Nazismo pretendia fazer com judeus, ciganos, negros e homossexuais, os comunistas marxistas, que veneram até hoje monstros como Lênin, Stálin, Karl Marx, Che Guevara e Fidel Castro, pretendiam – e ainda sonham – fazer em todos os países do Mundo, como todas as pessoas, de todas as raças e línguas. E o fizeram com mais de 150 milhões de pessoas, assassinadas das formas mais infames na vigência do comunismo em países como URSS, China, Coréia do Norte, Vietnã, Camboja, Cuba, etc.

Como admitir presidentes e partidos que chamam Fidel Castro de “amigo do Brasil”? Como chamá-lo de amigo do povo cubano, então, depois de ter levado milhares aos paredones de fuzilamento e às prisões, ao longo de anos, por crimes de opinião ou simples contestação? Como crer que uma presidente (cujo passado é descrito aqui) brasileira apoie um projeto ditatorial, como o da Venezuela chavista, que fecha veículos de comunicação e intimida os opositores com prisão e assassinatos, à luz do dia? Como cristãos ainda podem votar nela depois de todas as demonstrações de desprezo pela vontade da maioria da população brasileira, ao fazer de tudo para levar adiante projetos para legalizar o assassinato de seres humanos indefesos, já nas barrigas de suas mães? Onde está o “direito humano de nascer”, o “direito à Vida”?

Para os defensores dos ideais marxistas (de Karl Marx), temos aqui mostrados abaixo quais são suas intenções para a Família humana (via Olavo Braga):

Feuerbach parte do facto da auto-alienação do homem, do desdobramento do mundo em um mundo religioso e um mundo terreno (1). O seu trabalho (de Feuerbach) consiste em reduzir o mundo religioso ao seu fundamento terreno. Mas o facto de que o fundamento terreno se separe de si próprio para se plasmar como um reino independente que flutua nas nuvens, é algo que só pode explicar-se pelo próprio afastamento e contradição deste fundamento terreno consigo mesmo.

Portanto, é necessário tanto compreendê-lo na sua própria contradição como revolucioná-lo praticamente. Assim, pois, por exemplo, depois de descobrir a família terrena como o segredo da família sagrada, há que destruir teórica e praticamente a primeira.”  (Karl Marx, Manuscritos Económicos-Filosóficos, Porto, 1971.)

É inútil, senão uma afronta à inteligência de todos nós, o PT dizer que abandonou os ideais marxistas. O que aconteceu é que não mais recorrendo às revoluções proletárias, o tipo de Marxismo que se infiltra no Brasil pelas esquerdas atuais é o de viés Cultural. O Capitalismo de Estado praticado pelo PT no Brasil, assim como por outros partidos ditos socialistas mundo afora (principalmente na UE e EUA, pelos democratas) é já um amálgama entre o capitalismo selvagem, concentrador de renda e profundamente especulativo, com a burocracia estatizante socialista, altamente controladora e sufocante do empreendedorismo. Num sistema político-econômico assim, com o apoio do assistencialismo às massas miseráveis nutridas com ração custeada pela classe média, os partidos sociais-democratas (esquerda intelectual e melíflua) e marxistas se alternam num jogo pseudo-democrático de chantagem entre o “menos pior, mas com frouxidão” e o “quanto pior, melhor”.

Terá a sociedade ficado menos violenta, com jovens mais sadios e bem educados com menos palmadas? O que será que ganharam os jovens com o Estatuto da Criança e do Adolescente? Com a proteção da criança contra espancamentos, obviamente necessária, vieram a interpretação subjetiva do que seria uma “agressão” e a proteção dos superpoderosos Conselhos Tutelares, que preferem antes livrar delinquentes juvenis (muitos, inclusive, assassinos) das algemas e da correção facultada aos pais a apoiar crianças órfãs que têm seus pais chacinados por criminosos (adolescentes, inclusive). Onde estão os direitos humanos das famílias que perdem parentes para o crime? Muitas, inclusive, enfrentam enormes dificuldades financeiras, sem ajuda do Estado nem para enterrar seus defuntos.

Nossa sociedade está tirando dos pais o legítimo e natural direito de educarem e corrigirem seus filhos, transferindo tal poder ao Estado, que hoje lucra, politicamente, com o caos social e o analfabetismo intelectual de nossos alunos, jovens, advogados, médicos e, principalmente, dos eleitores. Promovem o aborto, a pedofilia, a desfiguração das instituições do Matrimônio legítimo e da Família, enquanto entregam nossos impostos às empreiteiras para obras que nunca acabam e às esmolas anestésicas que imbecilizam os miseráveis do Brasil. Qual o destino da Família, num país em que pessoas contrárias ao “politicamente correto” são criminalizadas por sua opinião, ofendidas e segregadas, a pretexto de acabar com a mesma discriminação? Qual o futuro desse nosso berço esplêndido, não de esperanças mais do que de burrice e perversidade?

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3 ideias sobre “O Marxismo anti-Família do PT

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