O projeto de reforma do Código Penal é monstruoso!

Era de se esperar que Dilma Rousseff (vulgo: Dilmão) fosse trair sua própria palavra ao que se refere a mais um dos pleitos das pessoas de bem desse país. Aliás, continua mentindo como sempre fez, pois todo comunista é mentiroso por profissão, não por escolha simples. Quem não se lembra da Dilma prometendo, nas últimas eleições e de pés juntos, que não levantaria mais a vergonha do projeto abortista dos marxistas e da ONU?

Mas, de que adianta falar uma coisa e fazer outra? De que adianta falar que não promoverá mais o aborto se põe uma declarada abortista na Secretaria dos Direitos e Políticas para as Mulheres? E mais: do que vale a palavra dessa mulher, que não estaria fazendo tanta merda se tivesse sido abortada, se autoriza a criação de um Grupo de Estudos sobre o Aborto (GEA) no Ministério da Saúde? Nada, a palavra da Dilma não vale uma raspa de unha de morcego!

Será que essa mulher não sabe que está usando os impostos de uma sociedade maciçamente contra o aborto para a promoção do mesmo aborto? Vejam só com que impáfia ela desafia a opinião pública e passa por cima da vontade popular! Mas todo comunista é um capacho da ONU, fiel, resistente e que mostra como se faz a lição: hegemonia cultural e compra das mídias, perseguição política, frases e leis dúbias, e ocupação de espaços políticos.

O novo Projeto de Lei Suplementar que pretende dar uma nova cara ao Código Penal (PLS 236/2012) não me deixa mentir! A Dilma viu que o PLC 122/06 (contra a “Homofobia” e a Liberdade de Expressão e Consciência) não andaria mais, e o que fez? Juntou os antigos projetos de legalização do aborto, da eutanásia, descriminalização das drogas e mandou uma comissão de juristas (advogados do Diabo) entregar tudo no gabinete do senhor larápio (e senador) José Sarney e disse: “Sarn-ey, toma que o filho é teu!”

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Coordenador da reforma do Código Penal confessa: “NÓS RECONHECEMOS ORGULHOSAMENTE A LEGALIZAÇÃO DO ABORTO”

E lá foi o lacaio e cúmplice Sarney fazer o que a mestra mandou: assinou o anteprojeto dos esquerdistas como sendo seu e já colocou rapidamente, 11 dias depois, o calhamaço demolidor com status de PLS (Projeto de Lei Suplementar), sem nem dialogar com a sociedade. Há itens ali que só deveriam ser votados depois de um referendo popular! Isso para não dizer que tudo deveria passar por referendo, tamanho é o caos jurídico que aquelas medidas faria vingar na sociedade. Mas, como o Dilmão não tem boas recordações de referendos recentes, ela decidiu agir por meio de sua tropa de choque…

E, a todos, eu peço, por favor: COMPARTILHEM, DIVULGUEM POR E-MAIL COM TODOS OS SEUS AMIGOS para que pressionem os parlamentares, se informem e se mobilizem publicamente. Vamos deixar as coisas andarem à rédea solta? Vejam, estou altruisticamente usando de meu tempo e espaço na internet em prol de uma causa justa, por nossos filhos, nossas Família e nossa Liberdade. Vamos à luta juntos, ocupemos a internet com nossa opinião frente a esse mega-atentado contra nossas Famílias!

Aqui, nos links abaixo, você pode escrever ou telefonar para o deputado e/ou senador em quem você votou para pressioná-lo a rejeitar, sem negociações, esse Projeto de perversão do Código Penal:

A seguir, uma descrição rápida dos tópicos miseráveis constantes nesse PLS, citados de um site da Igreja Anglicana:

Animais e pessoas

Segundo a linha ideológica do PLS 236/2012, o ser humano vale menos que os animais. A omissão de socorro a uma pessoa (art. 132) é punida com prisão, de um a seis meses, ou multa. A omissão de socorro a um animal (art. 394) é punida com prisão, de um a quatro anos. Conduzir um veículo sem habilitação, pondo em risco a segurança de pessoas (art. 204) é conduta punida com prisão, de um a dois anos. Transportar um animal em condições inadequadas, pondo em risco sua saúde ou integridade física (art. 392), é conduta punida com prisão, de um a quatro anos. Os ovos, larvas ou espécimes da fauna silvestre não podem ser vendidos, adquiridos, transportados nem guardados, sob pena de prisão, de dois a quatro anos (art. 388, §1º, III). Os embriões humanos, porém, podem ser comercializados, submetidos à engenharia genética ou clonados sem qualquer sanção penal, uma vez que ficam revogados (art. 544) os artigos 24 a 29 de Lei de Biossegurança (Lei 11.101/2005).

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Terrorismo e invasão de terras

O terrorismo é criminalizado (art. 239). Mas as condutas descritas (sequestrar, incendiar, saquear, depredar, explodir…) deixam de constituir crime de terrorismo se “movidas por propósitos sociais ou reivindicatórios” (art. 239, §7º). Os invasores de terra são favorecidos, uma vez que “a simples inversão da posse do bem não caracteriza, por si só, a consumação do delito” (art. 24, parágrafo único).

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Prostituição Infantil

Atualmente comete estupro de vulnerável quem pratica conjunção carnal com menor de 14 anos (art. 217-A, CP). O projeto baixa a idade: só considera vulnerável a pessoa que tenha “até doze anos. Isso vale para o estupro de vulnerável (art. 186), manipulação ou introdução de objetos em vulnerável (art. 187) e molestamento sexual de vulnerável (art. 188). Deixa de ser crime manter casa de prostituição (art. 229, CP) ou tirar proveito da prostituição alheia (art. 230, CP). Quanto ao favorecimento da prostituição ou da exploração sexual de vulnerável, a redação é ainda mais assustadora: só será crime se a vítima for “menor de doze anos” (art. 189). Deixaria de ser crime, portanto, a exploração sexual de crianças a partir de doze anos.

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Aborto

Quanto ao aborto, o projeto reduz ainda mais as penas já tão reduzidas. O aborto provocado pela gestante ou com seu consentimento, atualmente punido com detenção de um a três anos, passa a ter pena de prisão de seis meses a dois anos (art. 125). O terceiro que provoca aborto com o consentimento da gestante, atualmente punido com reclusão de um a quatro anos, passa a sofrer pena de prisão deseis meses a dois anos (art. 126). Se o aborto for provocado sem o consentimento da gestante, o terceiro é punido com prisão, de quatro a dez anos (art. 127). Curiosamente, ele recebe um aumento de pena de um a dois terços se, “em consequência do aborto ou da tentativa de aborto, resultar má formação do feto sobrevivente” (art. 127,§1º). Esse parágrafo parece ter sido incluído para estimular o aborteiro a fazer abortos “bem feitos”, evitando que, por “descuido”, ele deixe a criança com vida e má formada.

As maiores mudanças, porém, estão no artigo 128. Ele deixa de começar por “não se pune o aborto” e passa a começar por “não há crime de aborto”. O que hoje são hipóteses de não aplicação da pena (escusas absolutórias) passa a ser hipóteses de exclusão do crime. E a lista é tremendamente alargada. Basta que haja risco à “saúde” (e não apenas à “vida”) da gestante (inciso I), que haja “violação da dignidade sexual” (inciso II), que a criança sofra anomalia grave, incluindo a anencefalia (inciso III) ou simplesmente que haja vontade da gestante de abortar (inciso IV). Neste último inciso o aborto é livre até a décima segunda semana (três meses). Basta que um médico ou psicólogo ateste que a gestante não tem condições “psicológicas” (!) de arcar com a maternidade. [Esqueceram que a sociedade rejeita o aborto e que, em nosso entendimento, a vida começa na concepção e deve ser protegida desde a mesma.]

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Preconceito de gênero

De todos os males contidos no projeto, o mais difícil de corrigir são as cláusulas onde foi inserida a ideologia de gênero, que considera o homossexualismo (e talvez também a pedofilia e a bestialidade) como uma legítima “opção” sexual ou “orientação” (ao invés de desorientação) sexual. O PLC 122/2006 (projeto anti-“homofobia”) da Senadora Marta Suplicy (PT/SP) foi todo inserido no PLS 236/2012. Está no alvo do projeto o bispo diocesano que não admite um homossexual no seminário ou que o afasta do seminário após descobrir sua conduta (art. 472, V), o dono de hotel que se recusa a hospedar um “casal” de homossexuais (art. 472, VI, a) e a mãe de família que demite a babá que cuida dos seus filhos após descobrir que ela é lésbica (art. 472, II). Poderá talvez ser acusado de “tortura” o pregador que, ao comentar um texto bíblico desfavorável ao homossexualismo, “constranger alguém” do auditório, causando-lhe sofrimento “mental” (art. 468, I, c). Segundo o projeto, tais condutas são motivadas por “preconceito” de “gênero”, “identidade ou orientação sexual”. São crimes imprescritíveis, inafiançáveis e insuscetíveis de graça ou anistia (art. 474 e 468, § 7º).

Ditadura Gay a caminho!

A perseguição religiosa está preparada e tende a ser violenta. No entanto, o motivo mais grave que nos deve levar a rejeitar tais cláusulas não está nas suas consequências práticas, mas nos princípios em que se baseiam. Toda pessoa, ainda que pratique condutas sexuais reprováveis, como a pedofilia, o estupro, o incesto, a bestialidade ou o homossexualismo, continua sendo pessoa. E é somente na qualidade de pessoa que ela tem direitos. A deformidade moral que a atinge não pode acrescentar-lhe direitos. Quem aceitaria que alguém, ao assassinar um pedófilo, recebesse, além da pena devida ao homicídio, uma pena extra por demonstrar “intolerância” ou “preconceito” contra a pedofilia? É justamente isso que pretende o projeto. Agravar a pena de todos os crimes, se eles forem praticados por “preconceito” de “orientação sexual e identidade de gênero” (art. 77, III, n). Essa inadmissível agravante genérica aparece também em crimes específicos, como o homicídio (art. 121, §1º, I), a lesão corporal (art. 129, § 7º, II), a injúria (art. 138, § 1º), o terrorismo (art. 239, III), o genocídio (art. 459), a tortura (art. 468, I, c) e o racismo (art. 472).

Eutanásia e suicídio assistido

Matar por piedade ou compaixão” (eutanásia) passa a ser um crime punível com prisão, de dois a quatro anos (art. 122), muito abaixo da pena prevista para o homicídio: prisão, de seis a vinte anos(art. 121). Porém, o juiz pode reduzir a pena da eutanásia a zero, avaliando, por exemplo, “os estreitos laços de afeição do agente com a vítima” (art. 122, § 1º). Também o auxílio ao suicídio, em tese punível com prisão, de dois a seis anos (art. 123), pode ter sua pena reduzida a zero, nos mesmos casos descritos para a eutanásia (art. 123, §2º).

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Renúncia à terapia: descuido total com os doentes

O artigo 122, § 2º parece inspirado na doutrina, aceita pela Igreja, de que o paciente pode renunciar a tratamentos desproporcionais aos resultados, que lhe dariam apenas um prolongamento penoso e precário da vida[3]. A redação, no entanto, é infeliz: fala em deixar de fazer uso de meios “artificiais” para manter a vida do paciente em caso de “doença grave e irreversível”. Ora, a medicina é uma arte e todos os seus meios são artificiais. Do modo como está escrito, o parágrafo pode encobrir verdadeiros casos de eutanásia por omissão de cuidados normais devidos ao doente.

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Infanticídio indígena

Há tribos indígenas que costumam matar recém-nascidos quando estes, por algum motivo, são considerados uma maldição. De acordo com o projeto, tais crianças ficam sem proteção penal, desde que se comprove que o índio agiu “de acordo com os costumes, crenças e tradições de seu povo” (art. 36).

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Deus se compadeça de nós.

Anápolis, 11 de setembro de 2012.

Artigo escrito pelo Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz, Presidente do Pró-Vida de Anápolis.

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22 ideias sobre “O projeto de reforma do Código Penal é monstruoso!

  1. Elaine Nascimento

    Olá, fiquei refletindo se deveria postar meu comentário aqui, pois tenho a sensação de ser um processo de dar murro em ponta de faca. Vou comentar apenas dois temas: um é sobre o aborto, independente das opiniões individuais eles acontecem e sem nenhum suporte a mulher, em muitos casos ela morre. O aborto é um caso de saúde pública, além de ser um direito feminista, pois trata-se do corpo da mulher. O homem está protegido e não passa por essa situação; outro é sobre a homossexualidade, porque ela causa tanta polêmica? Afinal, são adultos do mesmo sexo em uma situação de intimidade consensual. Qual o problema? Sempre acho que as sexualidades externas nos tocam diretamente, nos desequilibram. Todos têm direito a sua opinião, o que não podem fazer ou não deveriam é incitar a intolerância. A despeito de qualquer crença o respeito é algo que precisa ser cultivado nas relações cotidianas. Eu também sou a favor da família, esses dois temas sobre os quais me debrucei não são incompatíveis e nem divergentes com o conceito de família.

    Resposta
    1. Ebrael Shaddai Autor do post

      Bom dia, Eliane!

      Na verdade, acho que aqueles que deveriam pensar que dão “murros em ponta de faca” somos nós, cristãos! Mas, vamos lá…

      Você fala do aborto como se fosse um direito conquistado e imediatamente adotado por todas as mulheres. Pois, saiba que as feministas não representam todas as mulheres. Se você parar para avaliar todas as pesquisas de diferentes institutos do país e do mundo, inclusive laicos, verá que o aborto é maciçamente rejeitado pela população feminina. As feministas representam certas posturas ideológicas que não representam, absolutamente, todas as mulheres, nem mesmo a maioria simples.

      O aborto não é um caso de saúde pública; continua sendo um crime. Se se torna alarmante os casos de aborto, alguns alegadamente necessários (por motivos de risco social, econômico, de saúde, etc.) são devidos a uma má educação e influência de movimentos como o da revolução sexual. Ou será que também vão culpar o “fundamentalismo cristão” pela proliferação da AIDS e pela banalização geral do sexo? A sociedade se desmoraliza, sempre ladeira abaixo, a si mesma e são os cristãos que devem abrir mãos de seus princípios milenares? Nossos princípios são os mesmos: sexo apenas após e dentro do casamento como sendo ideal, fidelidade, continência e o primado da família ao invés do simples prazer sexual descompromissado como meta de vida.

      Não, o aborto não é um direito, é um ato unilateral, sem consenso social, arbitrário, onde alguém que acha que tem direitos demais tira a chance de outro ser de adquirir direitos legítimos (os direito à Vida e à integridade física estão na Declaração Universal dos Direitos Humanos, já leu?). O engraçado – e irônico – é advogar o aborto justamente num tal “Plano Nacional dos Direitos Humanos”. A Lei proíbe de matar animais covardemente, mas dá direito a uma mãe de matar seu filho? Por favor, pense: o que há de razoável nisso?

      ***

      Eliane, e quem disse que queremos impedir a relação consensual de pessoas do mesmo sexo? Já viu algum grupo católico impedir homossexuais de ficarem juntos ou se manifestarem do jeito que querem? Já o contrário – gays nos impedindo de nos manifestar – é bem comum, inclusive usando de violência, insultos e intimidação moral. Agora, nem mais na Igreja poderemos regular as vestimentas das pessoas que entram? A Igreja é aberta ao público, mas tal ambiente controlado e privado, é regido por normas. Já estão processando padres nos EUA por não realizarem “cerimônias” de união gay nas Igrejas. Mas, como isso seria possível se tal “união” não é contemplada por nossa cultura cristã? Isso não é tirania?

      Bem, se há pessoas assim, que assediam gays, com certeza não são motivados por religião ou em locais públicos, mas nas Igrejas e meios sociais predominantemente cristãos, onde o homossexualismo não é bem quisto. Por que duplas e grupos de homossexuais vão querer praticar o que é de costume deles dentro de lugares onde sabem que aquilo não é aceito??

      Não admitimos é que nos proíbam de nos posicionarmos publicamente contra o homossexualismo, nem dentro nem fora das igrejas, nem em nossas casas nem nos meios sociais. A livre manifestação de pensamento e crença é um direito constitucional que não aceitaremos passivamente que nos seja tirado. Aí sim, você e todos podem esperar um conflito social grave.

      Mais um exemplo: a imposição de eu ter de me referir a alguém conforme sua identidade de gênero. isso é uma invenção de um grupo. Como posso renegar o que os meus olhos me dizem quando, vendo um homem de saias e salto alto, tiver de chamar de “senhora? Você acha isso algo “normal”? Te digo: isso é psicopatia! E querem que todos percam a referência e a liberdade de discernimento, a noção do que é crível, a diferença entre realidade objetiva e fantasia.

      É assim que pretendem “redefinir o papel dos sexos”, “desconstruir a heteronormatividade”? Você acha que isso é apenas uma luta por direitos básicos (que já estão garantidos pela CF) ou é uma tentativa de impor uma ideologia social goela abaixo da sociedade? Se a mesma sociedade é cheia de preconceitos, não é à base de leis impositivas e arbitrárias que se chegará à evolução da mesma. Não está havendo diálogo algum. Todas as leis que advogam o aborto e a ideologia de gênero estão sendo empurradas, não obstante a rejeição maciça da população, goela abaixo de todos, através da promoção escancarada pelo PT e de seus financiamentos públicos de grupos abortistas, feministas radicais e da ABLGBT. Gostem ou não, somos 92% da população, e não aceitaremos ter nossa voz abafada por um grupinho revolucionário, baderneiro e comunista.

      A própria noção de preconceito já deixa implícito que o mesmo é uma noção mutável. Não precisa de coerção para que evolua para um consenso harmônico.. Agora, querer transformar aqueles princípios morais que, bem ou mal, mantém o mundo em ordem natural e objetiva razoável há quase dois mil anos em um mar relativista, onde tudo pode, onde todos têm direitos, é promover o Caos, não a Paz. É isso que o PT quer e é isso que combateremos enquanto ameace nossas famílias.

      ***

      Espero ter respondido aos seus questionamento. Obrigado pela visita e pela colocação de sua opinião.

      Resposta
      1. Elaine Nascimento

        Alguma vez pensou que a heteronormatividade é uma imposição, portanto uma violência? Eu penso que você e todos têm o direito de pensar diferente e se manifestar, assim como viver da form aque quiser, a sociedade é plural e diversa, não somos um grupo coeso e que bom. Em relação ao aborto, mulheres fazem e não tem onde ir se sujeitam a qualquer tipo de coisa e muitas vezes morrem por isso. As famílias em nenhum momento são ameaçadas, são outras possibilidades de família e de vida. Abraços!!!

      2. Ebrael Shaddai Autor do post

        Se é uma imposição, com certeza não é de origem social, mas humana. Se há homossexualismo entre os animais, isso não evidencia a necessidade de copiar dos animais todas as suas práticas. O homossexualismo existe desde que o mundo é mundo, mas a noção de que o mesmo é estéril e prejudicial como conduta sexual também o é entre as sociedades mais evoluídas e civilizadas.

        Tanto não é uma imposição, mas uma lei natural que, sociedades que primam pela família e sua perpetuação considerem a heterossexualidade como conduta sadia. Somente entre um homem e mulher há perfeita complementaridade, não entre dois homens ou duas mulheres, onde a complementaridade é, quando muito, apenas afetiva. Seres completos não visam apenas sua visão de mundo, desejos afetivos subjetivos, impulsos sexuais, mas também sua função no mundo. Ora, família completa só há quando um filho é criado por um homem-pai e uma mulher-mãe, pois as funções dos mesmos não se resumem ao papel econômico e social, mas é sumamente simbólico na elaboração da personalidade do adolescente.

        A mulher acaba decidindo pelo aborto justamente porque as famílias falham em sua educação, porque se expõem ao sexo prematuramente, sem um casamento seguro, sem referências de Fé, de forma promíscua, sem amor a si mesma nem ao milagre da Vida que carregam. Há sofrimento da mulher? Há! Mas o sofrimento da criança recém-gerada a ser retalhada por ferros, arrancada em pedaços ou dissolvida com ácidos não é levado em conta? Se não querem sofrer, não matem! O aborto será sempre condenável e desaconselhado, e nada o justifica. Nada!

        O Cristianismo acolhe o que erra, mas não aceita seu erro como exemplar. Deus acolhe o pecador, mas abomina o pecado!

      3. Elaine Nascimento

        A nomenclatura é homossexualidade, pois deixou de ser vista como doença há decádas. As pessoas devem ser livres para serem felizes. Isso não ta na dimensão dos que são héteros.

      4. Ebrael Shaddai Autor do post

        Não, não é! Homossexualidade é uma tendência a impulsos e desejos sexuais que não levam necessariamente alguém ao homossexualismo – a PRÁTICA sexual com pessoas de mesmo sexo. Há muitos homossexuais na Igreja, e muitos desses, se não conseguem se adequar à vida cristã heterossexual, mantém a castidade. Homossexualidade nem sempre leva ao homossexualismo. Isso é generalizar, e generalizar não é científico nem correto.

        Assim também a heterossexualidade de alguém, seus desejos por pessoas do sexo oposto, não a obrigam a praticar sexo, o heterossexualismo, que á prática mesma do sexo com pessoas de sexo oposto. Tanto no primeiro caso como no segundo, pode haver a castidade. A maioria dos padres são heterossexuais, mas não quer dize que pratiquem o heterossexualismo, pois não devem praticar sexo algum. Seriam, então, assexuados ou castos!

      5. Elaine Nascimento

        Você temnoção do que falou? Acho que falta leitura científica no seus argumentos. A sociedade/Estado é laico. não confunda as coisas. Meu comentário não está voltado para dogmas, esses são de ordem individual. Nós temos uma multiplicidade de religiões, por esse motivo que o Estado precisa estar isento.

      6. Ebrael Shaddai Autor do post

        O Estado é laico, o governo pode ser mas A SOCIEDADE EM PESO NÃO É! TEMOS RELIGIÃO e como eleitores temos de ter nossos pleitos respaldados pelo poder público, seja ele laico ou o que ele quiser. O que o governo ou o Estado é, não importa muito. O que importa é a democracia, que é a legítima representação dos pleitos da população e o respeito pela sua cultura, religiosa ou não.

      7. Elaine Nascimento

        Concordo com você, no fundo e no raso o que importa é a democracia, busque o conceito e depois reflita. No entanto, discordo, quando você diz que “A SOCIEDADE EM PESO NÃO É”. Esse é um espaço público, portanto deve-se oferecer arguementos baseados em pesquisa, fora isso não haverá evolução no debate, e seria bem legal. Os monges do Tibet, estudam filosofia o tempo todo para fundamentar suas posições e retroalimentar a sua fé.

      8. Ebrael Shaddai Autor do post

        O debate público não é regulamentado pela pesquisa, senão quando emitimos pareceres categóricos. A argumentação pessoal é subjetiva e livre nesses termos. O diálogo exige o mínimo de coerência com o que se fala e o que se replica, no limite do respeito e da reciprocidade, mas na liberdade democrática da expressão do pensamento não nos é obrigatório nenhuma comprovação, já que a lógica não define méritos, senão os fatos. Como somos entes sociais que não detém a verdade dos fatos, não temos como indicar, nem como pesquisas alheias, a verdade categórica. Podemos, no entanto, justificar nossos posicionamentos com apontamentos dos fatos que percebemos ao nosso redor e que são de conhecimento público inegável.

        A ausência da coisa em fato não pressupõe sua inexistência. A insuficiÊncia de provas não exclui suas evidências plausíveis. Regra da Dialética, certo?

        Obrigado pela visita, e me desculpe pela demora em responder! Estou livre do trabalho apenas até as 11 da manhã e depois das 9 horas da noite. 😀

      1. Júlio César Coelho (Ebrael) Autor do post

        Continuo sendo cristão, embora você use esse rótulo para dizer que me contradigo. Você esquece que, enquanto cristão, debato um assunto que afeta a todos, não apenas cristãos. Isso muda tudo. E por que? Porque você, embora saiba que é humana, se comporta como burro. Não é calúnia alguma falar que, sendo José Sarney ícone de um partido vendido (PMDB), que cede a todas as chantagens do PT, seja em nome deste que apresenta o projeto. Fica claro que, por todas as bandeiras defendidas por organizações sustentadas pelo PT (LGBT’s, pedófilos, laicistas, etc.), quem está por trás dessas imundícies são os socialistas, dos quais o PT configura a quadrilha-mestra.

        Você não merece processo por calúnia, mas por flagrante estupidez. Num mundo com informações esfregando-se em nossos narizes, ser estúpido, como você está demonstrando ser, deveria ser infração passível de exérese cerebral.

  2. Pingback: Ser Cristão se tornou um crime! | Dies Irae

  3. julio cesar

    realizações do comunismo pelo mundo
    1)estupro de 5.000.000 de mulheres pelos comunistas
    2)assassinato de 100.000.000 de pessoas pelos comunistas
    só isso é o suficiente para mostrar que comunismo não presta

    Resposta
    1. Ebrael Shaddai Autor do post

      Eu acredito em tudo que você disse, até porque sou também anticomunista. Mas, devemos sempre citar as fontes do que afirmamos, sob pena de sermos acusados pelos esquerdopatas de estarmos propagando falácias.

      Obrigado pela contribuição! 😀

      Resposta
      1. Ádilon

        O que eu acho interessante e até contraditório é que é justamente nos países capitalistas e não nos comunistas onde os homossexuais mais têm direitos.

      2. Júlio César Coelho (Ebrael) Autor do post

        Isso é jogo dialético, pois nos países comunistas a máscara já caiu, enquanto nos países capitalistas os homossexuais ainda são instrumentalizados para conflitar com a Igreja. Logo após isso, serão também massacrados!

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  7. Adair

    Questão “Aborto”… depende do Legislativo para mudar algo a respeito, não de Dilma. Serra tentou normalizá-lo no governo FHC e não conseguiu. A liberação continuará nos casos em que o Código de Processo Penal já permite há décadas, ou seja, em caso de perigo de vida à mãe e em caso de estupro, mas desde que haja autorização das partes legais nesse sentido ante o perito-médico. Casamento de pessoas do mesmo sexo… o STF normalizou, não foi Dilma nem o Legislativo. Creio que o senhor é muito intolerante com semelhantes, bem ao contrário de Cristo. Aliás, Deus nada tem a ver com o que fazem esses homens de hoje, que em busca de poder político e dinheiro estão em condutas desenfreadas, desrespeitam autoridades de seu país, difamam e acusam de forma sem precedentes, além de que torcem conteúdos de notícias normalmente puxando a brasa para seu assado (político) e, pasmem, ainda utilizam o nome do Todo Poderoso para atenderem seus interesses pessoais. Se algo há de errado…. “nossa luta não é contra a carne, mas contra principados e potestades…”. E ainda se dizem Cristãos! Amigo, não sou PT, mas sou Cristão, por isso me envergonha ler suas postagens desvirtuadas da realidade, logo, com muitas mentiras inseridas nos textos. PT comunista e programa neo liberal…. Comunismo nem aqui nem na China. O partir do pão é ser comunista? Rsrsrsrs. Estude Direito, poderá lhe trazer melhores esclarecimentos sobre matérias penais e faz bem!

    Resposta

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